Organização Social deixa Hospital no Piauí e servidores comemoram

Organização Social deixa Hospital no Piauí e servidores comemoram

IGH-piaui

 

Na noite desta quinta-feira (7), os servidores do Hospital Regional Justino Luz, no Piauí, recebera a notícia de que a Organização Social (OS) Instituto de Gestão e Humanização (IGH) finalmente deixou a gestão do hospital.

O equipamento, que estava sob controle da entidade desde outubro de 2015, volta para a administração do Estado do Piauí, como cobravam os trabalhadores e os usuários.

A saída do IGH foi bastante comemorada pelos servidores. Na manhã desta sexta-feira (8), um grupo de servidores, vestidos com camisas pedindo a saída da Organização Social e segurando faixas contra a terceirização, marcaram presença  na frente do hospital.

Com a saída da OS, a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi)  já enviou um corpo administrativo composto por diretor, tesoureiro e demais prestadores que estiveram reunidos com a atual direção do hospital.

De acordo com presidente do Sindicato em Estabelecimento de Saúde Estado do Piauí (SINDESPI), Maria Eliete, já havia a informação que apontava que a saída do instituto aconteceria até o final de julho por determinação judicial.

“Incialmente a determinação da Justiça do Trabalho do Piauí definia a saída da IGH em noventa dias, porém, eles recorreram e conseguiram mais três meses. Os desembargadores votaram e decidiram por unanimidade que eles se afastassem o mais rápido possível. A desembargadora Liana Chaib foi categórica quando afirmou que enterrou a terceirização no estado do Piauí”, afirmou Maria Eliete.

Ainda segundo a presidente, a notícia foi recebida com muita alegria pela categoria. “Tiveram servidores que ficaram aqui fora até as nove da noite, soltando fogos. Sabemos que a terceirização é um atraso e sabemos de tudo que acontecia aqui dentro, esperamos agora que o governador continue investindo no Hospital para o povo da região”.

Os servidores esperam que com a saída do IGH, melhore os serviços oferecidos à população, que aconteciam de forma precária. Que medicamentos sejam adquiridos, e que concursos públicos para contratação de servidores efetivos para o local sejam feitos.

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