Contra o atraso nos salários e as péssimas condições de trabalho, os médicos do Hospital Regional de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá (MT), cruzaram os braços nesta terça-feira (24).
Segundo o corpo clínico do hospital, apenas atendimentos de urgência com risco de morte estão sendo realizados.
Em matéria publicada no G1, os profissionais disseram que o último pagamento que receberam foi metade do salário de janeiro.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que acompanha a paralisação e que alguns entraves entre o Instituto Gerir e médicos atrapalharam a prorrogação dos contratos. Afirmou que alguns não aceitaram o contrato oferecido e já foram substituídos por outros profissionais e que até o fim desta semana a situação estará regularizada e o atendimento voltará à normalidade.
Isso tem nome: precarização!
A pasta disse ainda que está repassando regularmente os valores ao Hospital Regional de Rondonópolis e ainda: prorrogará o contrato com o Instituto Gerir e o estado até o final do chamamento público para contratar uma nova organização social para administrar o hospital, o que deve sair no próximo dia 22.
Isso tem nome: destruição do serviço público em prol da iniciativa privada como política de estado.
