Nome de Flávio Bolsonaro à Saúde defende travar recursos ao SUS.
Cláudio Lottenberg defendeu expansão dos planos privados de saúde e disse que não vai colocar dinheiro no SUS.
Ele também foi Secretário Municipal de Saúde de São Paulo no ano de 2005, durante a gestão do então prefeito José Serra. Foi exatamente nesse período que ele participou ativamente da implementação e expansão do modelo de Organizações Sociais de (OSs) nas unidades da rede pública municipal.
Em seguida, a própria organização privada que ele presidia, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, passou a se beneficiar com contratos milionários para gerir os hospitais púbicos municipais.
. Inclusive, a instituição administra atualmente mais leitos na rede pública (SUS) do que em seus próprios hospitais privados.
São vários os problemas nesses contratos:
Investigações em Contratos Públicos (OSS)
• Investigação do TCU em Mato Grosso: O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades no contrato de gestão firmado entre o Governo de Mato Grosso e o Einstein para administrar o Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá. A apuração teve origem em uma denúncia que questionou o contrato milionário (de R$ 28,1 milhões mensais), sob o argumento de envolver verbas federais do Sistema Único de Saúde (SUS).
• Multa e Processo Administrativo da CGU: O Einstein respondeu a processos administrativos de responsabilização junto à Controladoria-Geral da União (CGU) decorrentes de auditorias de conformidade legal, com pareceres sugerindo sanções financeiras em contratos de prestação de serviços.
• Contestações Históricas de Filantropia: O Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal já contestaram em instâncias jurídicas o certificado de assistência social da entidade (necessário para a isenção de impostos). O órgão questionava os critérios de contrapartida de atendimentos gratuitos oferecidos na rede do SUS diante do faturamento privado da instituição.