SPDM em Praia Grande: pacientes denunciam ao MP a precarização no serviço de hemodiálise

SPDM em Praia Grande: pacientes denunciam ao MP a precarização no serviço de hemodiálise

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São muitos os problemas que a SPDM, organização social que atua na saúde de Praia Grande, tem causado na Cidade litorânea do Estado de São Paulo.

Conforme relatou neste fim de semana a página Boca no Trombone News (BNT News), pacientes que fazem tratamento de hemodiálise no Centro de Nefrologia gerenciado pela empresa levaram ao conhecimento do Ministério Público do Município a denúncia de que máquinas de hemodiálise da unidade seriam dos próprios médicos.

Os profissionais, segundo a página e a denúncia, estariam sem contrato com OS e isto estaria impactando no atendimento. Na unidade faltam não só médicos como trabalhadores da enfermagem.

Veja o que diz a postagem da BNT News:

“Os pacientes ainda informaram que falta água para diálise e que muitos dos aparelhos apresentam problemas técnicos. ‘Estamos preocupados com a situação do Nefro. Falta higiene adequada em um ambiente hospitalar para não proliferação de bactérias. Falta água para os pacientes fazerem diálise, os elevadores estão sempre quebrados por falta de manutenção. E o pior, se essa nova gestora não renovar o contrato com os médicos, ele levaram as maquinas de diálise? Pois todo mundo sabe que são deles!’, desabafa Edna Augusta.

Outra reclamação que foi publicada na semana passada nas redes sociais, mostra o estado em que a unidade estava. Com paredes úmidas e um ambiente deteriorado. Todas as denúncias foram protocoladas no MP na última quinta-feira (2), por cerca de sete pacientes”.

Recentemente outro veículo de imprensa noticiou problemas em unidades geridas pela SPDM na Cidade. No dia 29 último, o Expresso Popular mostrou a saga de um casal que precisou de atendimento no Hospital Irmã Dulce. A mulher teve bebê no hospital e relata que teve alta antes de se recuperar totalmente do parto cesariana. O marido conta que na noite anterior (domingo de páscoa) eles procuraram o hospital, mas mesmo a gestante tendo contrações, a equipe disse que não estava na hora e a mandou de volta para casa. Na manhã seguinte, quando voltaram, outra equipe constatou que o bebê já estava em sofrimento.

Abaixo o print da reportagem:

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