Em assembléia realizada nesta quarta-feira, os servidores decidiram pela continuidade das mobilizações em defesa da Capep Saúde. A primeira delas será na quinta-feira que vem, às 18 horas, em frente ao gabinete do prefeito João Paulo Tavares Papa.

Lá os trabalhadores vão mais uma vez apelar para providências imediatas que assegurem o reestabelecimento de todos os serviços da autarquia. Uma das providências exigidas e aprovadas como propostas na assembléia é o pagamento imediato da dívida (estimada em R$ 9 milhões) da Capep pela Prefeitura. Só o saneamento dos débitos com os prestadores de serviços, médicos, clínicas e hospitais credenciados poderá resgatar o atendimento integral aos 13 mil servidores e seus 10 mil dependentes.

Outra medida urgente a ser reivindicada é o rompimento do contrato com a empresa E&E, que hoje gerencia o sistema e leva em troca R$ 184 mil por mês, além do afastamento do superintendente José Roberto Mota para que, tão logo seja possível, uma mudança no estatuto da Capep permita eleições diretas para superintendente e conselheiros.

Durante as negociações da campanha salarial a Prefeitura já havia sinalizado que pretende ampliar a contribuição do Município para Capep. A categoria defende que essa elevação passe de 2% para no mínimo 4% e disse mais uma vez não à taxação dos dependentes.

Reunião

Na tarde de ontem o secretário de Administração, Edgard Mendes Baptista Jr., recebeu os representantes do Sindserv e afirmou que na próxima semana um estudo sobre a Capep será apresentado aos sindicalistas. No documento o Executivo também elencará suas propostas com relação à assistência médica.

  

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