As assistentes sociais compareceram em peso no ato desta segunda-feira no Paço Municipal pela valorização da carreira dentro da PMS.

Junto com os diretores do Sindserv, elas  foram recebidas pelo chefe de ganinete, Edson Pinzan, e exigiram do Governo o fim da postura discriminatória contra as profissionais. A principal bronca é contra a proposta da Prefeitura de criar um novo nível, o N-P, para o qual vão ascender todos os servidores com nível universitário, menos as assistentes sociais.

O que o Governo alega é que as profissionais vão ser contempladas com a redução das jornada de trabalho para 30 horas semanais, sem redução de salário. Só que essa medida é uma exigência da  lei federal 12.317, de setembro de 2010 – legislação que até agora Santos insiste em não cumprir.

O SINDSERV continuará lutando para barrar a tentativa de Isolar as assistentes sociais numa espécie de gueto dentro do serviço público municipal. Ao diferenciar as carreiras de nível superior com letras diferentes o prefeito está dividindo esse segmento da categoria em dois: uma beneficiada por evolução salarial e outra condenada a ficar estacionada.   

O chefe de gabinete ficou de levar as reivindicações ao Prefeito e dar um retorno ao sindicato.  Estamos de olho.

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