Além dos crônicos problemas ligados as más condições de trabalho como: a falta de utensílios, uniformes de baixa qualidade e o espaço físico que na maioria das vezes é improvisado ou mal planejado, vários dos servidores que trabalham nas cozinhas de nossos hospitais, escolas e creches, principalmente os que foram nomeados durante o segundo semestre do ano passado, têm sido lesados com o atraso do pagamento de seu adicional de insalubridade.

Tais profissionais são expostos ao calor em regime de trabalho intermitente e segundo o Decreto n. 3940, de 28 de junho de 2002, deveriam receber o chamado adicional de insalubridade II, que corresponde a 20% do salário mínimo.

Há servidores que já estão alocados nas cozinhas, a mais de dez meses e que até agora ainda não viram a cor do dinheiro.

O SINDSERV cobrou providências imediatas da prefeitura para que o problema seja imediatamente resolvido e que os valores sejam pagos de forma retroativa ao início das atividades destes profissionais.

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