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Na terça-feira (08/11) começamos a receber ligações de servidores informando que a Santa Casa estava recusando atendimento aos servidores da PMS. Na quarta-feira (09/11) entramos em contato com a direção da Capep e fomos informados que a autarquia estava se reunindo com a Santa Casa para resolver o problema. Na quinta-feira (10/11) fomos recebidos pela presidente da Capep quando foram apresentadas as seguintes informações:

1 – A última fatura apresentada pela Santa Casa para a Capep pagar havia sido mais que o dobro da média dos pagamentos dos meses anteriores. O valor apresentado (por volta de 1 milhão e meio) teria sido auditado (analisado e fiscalizado) pela auditoria médica da Capep, considerado valor correto. Porém, o repasse da Prefeitura não teria sido suficiente para quitar toda a fatura. Iniciou-se um processo de negociação entre as partes (Capep/Santa Casa) visando a quitação do valor (metade) em aberto. A negociação ainda está em andamento;

2 – No decorrer dessa negociação (ainda em curso), a Santa Casa, unilateralmente, sem comunicar previamente a Capep, suspendeu os atendimentos aos servidores;

3 – Havia uma reunião agendada para encontro das duas instituições. Porém, a mesma foi desmarcada pela Santa Casa e uma outra reunião ficou agendada para hoje (11/11);

4 – Fato que chama a atenção é que os membros da nova auditoria médica da Capep – médica e enfermeiros concursados, que substituíram a auditoria anteriormente contratada – foram recentemente impedidos de auditar as contas na Santa Casa. Contas essas que serão apresentadas para o próximo pagamento a ser realizado pela Capep;

5 – Todos os servidores que não forem atendidos na Santa Casa devem se dirigir à Capep, registrar a negativa de atendimento e receber orientações para atendimento em outro hospital credenciado. Essa orientação vale para novos atendimentos e para casos antigos que realizam seguimento de tratamentos;

6 – Estamos aguardando o resultado da reunião de hoje, entre Capep e Santa Casa, para que possamos emitir novos comunicados e, se for o caso, iniciar movimentos para que nossa saúde seja preservada. Já chega o descaso do governo municipal com os recursos patronais não repassados para nossas aposentadorias.

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