Durante as negociações da campanha salarial, a Prefeitura já havia sinalizado que pretendia ampliar a contribuição do Município para Capep, mas até agora nada fez de concreto. A categoria defende que essa elevação passe de 2% para no mínimo 4% e em assembléia mais uma vez disse não à taxação dos dependentes.

Dados fornecidos pela Secretaria de Finanças apontam que em 2008 a Administração teve excesso de arrecadação (receita registrada acima das previsões orçamentárias) de R$ 91 milhões. Além do excesso de arrecadação, houve superávit (quando a arrecadação é suficiente para pagar todas as despesas e ainda sobra dinheiro). Esse superávit foi de R$ 29 milhões em 2008.

Caso eleve para 4% a contribuição municipal à Capep, a Prefeitura, que hoje repassa R$ 587 mil por mês, passaria a contribuir com R$ 1,2 milhões/ mês. Em um ano apenas pouco mais que R$ 7 milhões a mais a seriam gastos, quantia inferior ao superávit de R$ 29 milhões e muito menor que o excesso de arrecadação, de R$ 91 milhões.

Esses números ilustram que é perfeitamente possível financeiramente para a Prefeitura equilibrar a assistência médica da categoria. Basta vontade política.

NO ATO DESTA QUINTA-FEIRA VAMOS EXIGIR COMPROMETIMENTO DA PREFEITURA COM A SAÚDE DOS SERVIDORES.

Também vamos reivindicar o rompimento do contrato com a empresa E&E, que hoje gerencia o sistema e leva em troca R$ 184 mil por mês, além do afastamento do superintendente José Roberto Mota para que se inicie uma reforma no estatuto da Capep que permita eleições diretas para superintendente e conselheiros.

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