Terceirizados sem salários: 12 creches paralisam atividades em São Vicente

Em São Vicente a educação conta com diversas unidades com contratos de trabalho feitos por meio das Associações de Pais e Mestres (APMs). Trata-se de uma gambiarra administrativa para burlar o concurso público e assim diminuir gastos com a folha de pagamento, que se revela capenga toda vez que o município se encontra em dificuldades financeiras, como agora. Resultado: calote nos funcionários e crianças sem aulas.

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Como agem os genocidas da saúde

MPF acusa prefeito de Montes Claros/MG, Ruy Muniz (PRB), de reter ilegalmente mais de R$ 20 milhões em verbas do SUS, sucateando a rede pública para favorecer seu próprio hospital particular.

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