Apesar de ter prometido dar resposta aos Funcionários de Escola até o dia 23/04,  o governo somente  irá se pronunciar sobre a complexidade após sair os relatórios financeiros do 1º quadrimestre. Segundo a Secretaria de Gestão, sem o relatório da Secretaria de Finanças não se consegue calcular qual será o impacto na folha de pagamento.

Ou seja, a desculpa de sempre. O cálculo poderia muito bem ser feito em cima do último relatório disponível para efeito de avaliação. Porém, não devemos esmorecer e se necessário for haverá pressão por parte dos trabalhadores caso a resposta seja negativa ou teime em não aparecer, esperamos que assim que sair o resultado do 1º quadrimestre não haja desculpas por parte do governo para estender o direito do adicional para os funcionários e parte dos professores que ainda não o receberam (Professores que atuam em Projetos e Professores II com ampliação de jornada) das 8 escolas classificadas na complexidade (Esmeraldo Tarquínio, Oswaldo Justo, Pedro Crescenti, Pedro II, Cidade de Santos, José Carlos de Azevedo Júnior, Padre Leonardo Nunes e 28 de Fevereiro).

A extensão da complexidade para os Funcionários de Escola onde há trabalhadores que já recebem o benefício não pode mais ser protelada. Pois a cada mês estes servidores, deixam de receber 20% do vencimento do cargo (para grau 2) ou 10% (grau 1) injustamente. Antes de tudo, essa é uma luta por igualdade de direitos. Não há motivo para que alguns recebam e outros não, pois os critérios para a complexidade são relacionados ao local de trabalho.

ESTAMOS DE OLHO!
NENHUM DIREITO A MENOS!

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