PROFESSORES ADJUNTOS VOLTARÃO AO PAÇO MUNICIPAL

QUARTA-FEIRA – DIA 20 – 17H45

Nesta quarta-feira (13), novamente os Professores Adjuntos I e II foram até o Paço Municipal para exigir do prefeito que ele assine, de uma vez por todas, a promoção até o completo preenchimento das vagas existentes do concurso interno para PEB (001/2015).

O secretário de gestão, Carlos Teixeira, foi incumbido de atender os profissionais, alegando que Paulo Alexandre Barbosa estava em compromisso em São Paulo. E nada de dar respostas concretas se os profissionais terão o direito de ascender na carreira antes que o concurso perca a vigência. O prazo termina em menos de dois meses, no dia 5 de novembro.

O secretário nem mesmo sabia que o processo administrativo (021932- 2017-44) tratando do assunto já está na mesa do prefeito. Os professores fizeram questão de frisar que a quantidade de cargos vagos já é maior que o quadro solicitado pela Seduc.

O argumento de que é preciso verificar o impacto financeiro já caiu por terra, pois as alterações na folha serão insignificantes. Todos os funcionários já fazem 200 horas ou mais. Portanto, basta vontade política para resolver a questão.

Diante da ausência de Paulo Alexandre Barbosa e da fala reticente do secretário, evitando se comprometer com o pleito conhecido pelo Governo há bastante tempo, os professores adjuntos decidiram que continuarão a pressão. Por isso, um novo ato foi marcado para a próxima quarta-feira, dia 20, às 17h45, no mesmo local (Paço).

É importante que o máximo possível de professores adjuntos compareçam para colocar fim na enrolação. Todos devem estar comprometidos com esta luta, caso contrário não haverá promoção nem mesmo para os poucos que eles estudam atender.

Há professores esperando há mais de 10 anos para a progressão. Além de estarem literalmente “congelados” na carreira cumprindo na prática as 200 horas, seus benefícios só́ incidem nas 105 horas.

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Não vai cair do céu

A história mostra que os avanços conquistados na educação e em qualquer outra área foram sempre à custa de muita mobilização. Há seis anos, o Magistério fez um grande movimento e alcançou a promoção para quase todos os inscritos, a maioria sem fixação de sede.

Na época da construção do nosso Plano de Carreira, em 2012, o governo queria que os Adjuntos fossem apenas para 75 horas (antes era 25h). Lutamos e conseguimos 105 horas, titularidade, entre outros avanços.

NOSSA PAUTA:

1 – Promoção dos Professores Adjuntos I e II habilitados na lista do concurso vigente, até o completo preenchimento das vagas existentes;

2 – Criação dos Cargos PEB I e II com base no número de salas provisórias;

3 – Abertura de concurso público de ingresso e promoção para todos os cargos da carreira do magistério, imediatamente após o término das listas vigente

SÓ A LUTA COLETIVA MUDA A VIDA!

 

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