Nenhum prefeito de Santos começou a gestão com tanta gana de privatizar os serviços públicos municipais e prejudicar os servidores como esse que está aí.

Paulo Alexandre é um verdadeiro despachante dos grandes empresários. Ganhou a eleição prometendo trabalhar para a população e agora faz um governo voltado inteiramente para o favorecimento dos pagadores de campanha: Entrega serviços públicos de saúde e outros para empresas privadas; Mais privilégios para a indústria da construção civil; Busca verbas milionárias (federais e estaduais) para as grandes empreiteiras que farão túneis e pontes; Prepara a expansão da especulação imobiliária na Zona Noroeste e Região Central etc.

Para a população trabalhadora, incluindo os servidores da Prefeitura, só trouxe problemas. O número de mortes dos recém- nascidos na cidade aumenta, faltam vagas nas maternidades, a região central apresenta os maiores índices de tuberculose, a saúde e educação estão caindo aos pedaços, destruição dos postos de trabalho dos servidores e insegurança no futuro profissional e na aposentadoria.

No caminho da destruição dos serviços municipais, Paulo Alexandre aprovou no final de 2013 a lei para entregar grande número de serviços da PM S e divulgou o primeiro alvo do seu plano maquiavélico de privatização: o Complexo da Zona Noroeste (Hospital Arthur Domingues Pinto, Pronto Socorro ZN e Maternidade). Também quer entregar outras unidades que recebem enormes investimentos de dinheiro público, como é o caso da nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que substituirá o Pronto Socorro Central, o Pronto Socorro da Zona Leste, o Hospital dos Estivadores, o Teatro Coliseu e o Programa Escola Total da SEDUC.

Esse Prefeito eliminará milhares de postos de trabalho de servidores entregando os serviços públicos para as chamadas Organizações Sociais, empresas que usam recursos pagos pela população para enriquecimento de alguns empresários.

VEJA O QUE CAIRÁ NA CABEÇA DOS SERVIDORES
1 – CAPEP (saúde) e o IPREV (aposentadoria) quebrarão porque não haverá mais concursos para as áreas privatizadas e, como consequência, a cada ano haverá menos gente na ativa contribuindo e mais aposentados usando a CAPEP e secando a poupança do fundo de Previdência. Somente a privatização das grandes unidades da saúde já é o suficiente para ameaçar o sistema de aposentadoria de todos os servidores municipais de Santos.
2 – Aumentará o número de transferências para outras unidades e quem ficar na unidade de origem sofrerá os mandos e desmandos da OS;
3 – Quem ficar debaixo do chicote da OS terá que cumprir metas absurdas, além de ter que se submeter ao assédio moral;
4 – Outros Sindicatos dividirão os trabalhadores dentro da PMS e os servidores serão sempre menos e cada vez mais sem força para lutar por reajustes salariais;
5 – O atual Plano de Carreira dos servidores vai pelos ares porque não haverá mais como fazer avaliação dos servidores.

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