Depois de mais de dois anos de enrolação, o governo mais uma vez NEGOU a Gratificação por Complexidade aos Operadores Sociais. Durante todo esse tempo, o governo se dizia favorável à reivindicação e sempre usava a desculpa de que o índice de Despesa com Pessoal estava muito alto para conceder tal benefício.
 
Agora que tal índice está muito abaixo dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a Prefeitura simplesmente diz que está sem dinheiro. Uma grande contradição já que tanto o Secretário de Gestão quanto o próprio prefeito assumiram que o gasto para valorizar os Operadores Sociais não influenciaria em nada os cofres públicos.
 
Onde falta vontade política, sobram desculpas
Secretário e prefeito se desdobraram na frente dos servidores para tentar explicar o inexplicável. Se tal adicional não fará diferença na Receita do município (como eles mesmos afirmaram), porque usam a desculpa de que estamos em crise?
 
O prefeito, que não participou da reunião mas foi encontrado pelos trabalhadores nos corredores do Paço, ainda deu sua palavra de que os Operadores Sociais seriam prioridade máxima, que não sairia nada para nenhum outro cargo sem sair a Gratificação para os Operadores Sociais antes. Esse papinho já escutamos a dois anos, e nesse período o governo concedeu benefícios conforme sua conveniência, além de distribuir dinheiro para OSs e empreiteiras amigas para obras no mínimo suspeitas (quem lembra da repavimentação da Av. Ana Costa? E a troca de lugar das pedrinhas da calçada na Praça Mauá?).
 
O que fazer?
A revolta dos funcionários públicos têm que se transformar em ações práticas. Para decidir que ações serão essas, os servidores presentes já marcaram uma assembleia, na qual serão chamados todos os Operadores Sociais, no dia 30/03 (quarta-feira) às 18h30 na sede do sindicato (Av. Campos Sales, 106 – Vila Nova).
 
TODOS À ASSEMBLEIA!
OPERADORES SOCIAIS NA LUTA!

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