Assembleia dos servidores de Santos, realizada nesta quinta (12), decidiu: é GREVE no dia 18/8 contra a Reforma Administrativa de Bolsonaro e pressão contra o prefeito pela RETIRADA da Câmara do projeto de ataque à aposentadoria dos servidores.


PARALISAÇÃO CONTRA A PEC 32
Ao lado de servidores das várias esferas públicas (servidores federais, estaduais, municipais, do Legislativo e do Judiciário), os funcionários municipais de Santos decidiram aderir à Greve Nacional Em Defesa dos Serviços Públicos e contra a Reforma Administrativa de Bolsonaro.


O SINDSERV convoca toda a categoria a comparecer na Praça Mauá, no dia 18/8 (quarta-feira), às 10h, para dizer NÃO à PEC do desmonte das políticas públicas e da terceirização irrestrita!


CONTRA A REFORMA DO IPREV
O Governo Bolsonaro retirou o pino da granada contra os trabalhadores e Rogério Santos a lançou para cima da nossa categoria.


De mãos dadas com o presidente (que propôs e sancionou sua Reforma da Previdência), o prefeito mandou para a Câmara o Projeto de Lei Complementar 30/2021, que vai trazer vários prejuízos para a nossa categoria.
Em resumo, se essa proposta for aprovada, as mudanças obrigarão TODOS os servidores municipais de Santos a trabalharem mais e receberem menos na aposentadoria.


O PLC imoral foi enviado ao Legislativo na surdina, sem qualquer discussão com os servidores ou com os conselhos fiscal e administrativo do IPREV. Ainda por cima, o prefeito mandou e a Câmara acatou a pautação e tramitação em regime de urgência. Como sempre, a ideia é passar o rolo compressor sobre nossas cabeças, com a ajuda dos vereadores capachos.


Os servidores decidiram resistir! A assembleia deliberou que seja oficiada ao prefeito a exigência da retirada do projeto até dia 18/8 (quarta-feira). Caso isso não seja feito, a resposta será a MANUTENÇÃO DE GREVE, desta vez por tempo indeterminado.


Uma nova assembleia será realizada no dia 19/8 (quinta-feira), às 19h, para avaliação e novas deliberações.
E nesta sexta (13/8), às 17h, vamos ao Paço comunicar o prefeito que a categoria exige ser ouvida e quer a proposta fora de tramitação. É importante que o máximo possível de servidores compareça.


Como fez Bolsonaro com os trabalhadores da iniciativa privada e funcionários federais, Rogério Santos quer que os servidores santistas trabalhem até morrer ou se aposentem sem o direito a uma velhice minimamente digna.

Bolsonaro abriu as portas para governadores e prefeitos fazerem os seus ataques e eles estão fazendo, como manda a cartilha liberal!


Não faltam motivos e ataques para os trabalhadores dizerem basta! Ajude a divulgar a GREVE do dia 18! Dialogue com os colegas sobre o caráter macabro do projeto de lei que altera as regras das nossas aposentadorias!

SÓ A LUTA COLETIVA MUDA A VIDA!