Em assembleia realizada ontem, os servidores rejeitaram por unanimidade a proposta governista de plano de carreira.

O entendimento dos trabalhadores é que, em resumo, a proposta sintetiza a intenção da administração de  reduzir os gastos com a folha de pagamento, enterrando de uma vez por todas o PCCS, o PAV e extinguindo os adicionais automáticos e retirando outros direitos já adquiridos e previstos pela própria Constituição Federal.

Além de rejeitar o plano que o Governo quer impor, a assembleia aprovou pontos que constarão como parte das reivindicações a serem inseridas na proposta de plano que começa a ser formatada daqui por diante nas assembleias que estão por vir. Todos esses itens serão publicados no site e constarão da ata da assembléia, a ser enviada para os e-mails dos servidores presentes na assembleia.

Outros encaminhamentos foram deliberados, conforme segue:

– Luta unificada entre todos os servidores, inclusive da Educação e Guarda Municipal, pelos respectivos planos de carreira que atendam os interesses da categoria;

– Participação de servidores de todos os setores no ato que educadores realizarão no dia 15, Dia do Professor (na Praça Mauá, às 18 horas);

– Mobilizações para barrar o projeto de lei sobre plano de carreira, caso ele seja enviado à Câmara;

– Paralisações por locais de trabalho;

– Eleição de uma comissão para ajudar na organização das mobilizações e participar das negociações;

– Elaboração de uma carta aberta à população e colocação de outdoors para esclarecimento de que o corte de direitos piora o atendimento da população;

– ASSEMBLEIA E  ATO NO DIA 28, DIA DO SERVIDOR PÚBLICO.

 

   

 

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