Por decisão da assembléia a categoria entrou em estado de greve contra a inércia e o descaso da Prefeitura nesta Campanha salarial.

Na última quarta-feira, mais uma vez o secretário de Administração, Edgard Mendes Baptista, alegou que a arrecadação do município diminuiu. A categoria ficou sem resposta mais uma vez.

A Secretaria de Finanças está fazendo contas para saber se os servidores terão reajuste ou não. Mas na hora de proporem para si mesmos um reajuste de 28,53% o prefeito Papa e os secretários não fizeram nenhum estudo financeiro. Numa canetada, com o apoio da maioria dos vereadores, todos tiveram seus salários `defasados´ aumentados. Enquanto isso, vemos cada vez mais servidores afundados em dívidas e em empréstimos e prejudicados com o atendimento da Capep indo de mal a pior. Acumulamos perdas nos últimos 10 anos superiores a 92%.

Sabíamos que este ano, com o prefeito eleito por mais quatro anos, a luta por avanços seria mais dura. Não podemos contar com os vereadores, que em sua maioria fazem parte da bancada governista e fazem tudo o que o seu chefe mandar. Também não podemos nos apoiar na lei, pois juridicamente não há nada que obrigue a Prefeitura a repor a inflação e as perdas salariais.

A única chance que temos é a união da categoria, é a mobilização nos momentos que for preciso e o comparecimento em massa nas assembléias. A força do sindicato está nos trabalhadores. 

 Para mostrar nossa indignação, todos no ato do dia 25, a partir das 10 horas, na Praça Mauá.   

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