Centenas de servidores envolvidos na luta pela reclassificação fizeram sua parte e foram até a Prefeitura nesta quarta-feira para engrossar o ato público marcado na última assembleia sobre o assunto.

Com gritos de guerra e apitos, os servidores se fizeram ouvir e foram atendidos pelo Secretário de Gestão Pública, Fábio Ferraz. O presidente do SINDSERV, Flávio Saraiva, explicou resumidamente o assunto, citando os segmentos de servidores que sofrem injustiças funcionais, entregou os respectivos ofícios formalizando as reivindicações e cobrou de Ferraz o agendamento de uma reunião para discutir a questão.

Ferraz alegou que a Prefeitura está aberta a discutir, mas ressalvou impossibilidades financeiras ligadas a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele pediu um prazo entre 5 a 10 dias para que o balanço das contas municipais do segundo quadrimestre seja fechado. ‘Com o fechamento do índice teremos como saber qual é a situação’, ponderou.

Ferraz também sinalizou a possibilidade de fazer uma reunião aberta, em um auditório, para que servidores que quiserem acompanhar tenham acesso às conversas.

Por que lutar:

Um total de 30 grupos (cargos) de profissionais de diversos setores da Prefeitura convivem há muitos anos com injustiças funcionais que precisam ser corrigidas. Muitas dizem respeito a cargos correlatos, que executam exatamente as mesmas funções, mas que por estarem em referências diferentes, têm remunerações também distintas.

Estima-se que estejam nesta situação cerca de 2 mil trabalhadores. Somente na área administrativa (Oficial Administrativo, Orientador Técnico Administrativo, Escriturário e Agente Administrativo) são aproximadamente 1.200 pessoas.

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