Após assembléia com servidores da saúde, diretores do Sindserv levaram ontem aos vereadores as reivindicações dos funcionários quanto aos projetos de lei que tratam de adicional de plantão e gratificação por produtividade, enviados pelo prefeito Papa à Câmara, na última segunda-feira.

Dentre os ponto abordados na reunião, o principal diz respeito à falta de critérios transparentes na escala de profissionais para o plantão. No parágrafo terceiro do artigo primeiro da matéria consta que a prerrogativa de definir quem será escalado e em quais locais serão feitos os plantões é do secretário de Saúde. Os demais profissionais não seriam contemplados com o benefício, o que configura discriminação e transforma o adicional em uma espécie de punição ou premiação de alguns profissionais. O Sindserv defendeu que seja feita uma emenda na proposta, que garanta que todos os profissionais que hoje atuam como plantonistas tenham automaticamente acesso ao adicional.

‘Ressaltamos ainda no encontro com os vereadores que os projetos têm uma concepção muito ruim de saúde pública, pois tratam apenas das unidades emergenciais, deixando de lado as unidades que atuam na prevenção, como as unidades básicas, por exemplo. Esses profissionais que lá atuam não teriam a gratificação por produtividade, por exemplo’, explicou o vice-presidente do Sindserv, Rubens Matos da Silva.

Diante das argumentações, o presidente da Câmara, Marcus de Rossis, ficou de encaminhar ao prefeito as reivindicações e de transmitir a posição de Papa na próxima segunda-feira, às 18 horas. A previsão é que os projetos sejam pautados em primeira discussão no próximo dia 14.

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