O Sindserv pediu à Secretaria de Educação que dispense professores, monitores de creche e demais funcionários de escolas  do comparecimento nas unidades enquanto as aulas estiverem suspensas como medida preventiva ao surto de gripe suína.

A Seduc seguiu a orientação da Secretaria de Estado da Saúde, mas apenas no que diz respeito aos alunos. As aulas voltam no dia 17, porém os professores não foram liberados. Santos é a única cidade onde a Prefeitura exigiu o comparecimento dos funcionários e professores nas unidades.

O Sindserv entende que a situação requer cuidados preventivos também para os servidores. Por ser uma questão de saúde pública, não há sentido evitar a aglomeração de crianças, mas manter as escolas cheias de funcionários e educadores.

O número de óbitos pela nova gripe é alarmante: 30 pessoas no estado e 61 no país.

E a morte de uma funcionária de uma pré-escola em São Caetano do Sul (Grande SP) demonstra que é todo o cuidado é pouco nas escolas.  A funcionária da Escola Municipal Integrada Marily Chinaglia Bonaparte estava internada com suspeita de gripe suína desde domingo e faleceu na madrugada de ontem.  Ela era auxiliar de primeira infância, dando apoio na sala de aula –ou seja, em contato direto com crianças.

O Sindserv está preocupado também em como se dará a reposição das aulas perdidas já que os professores estão tendo que comparecer nas escolas. Sobre essa questão a Seduc ainda não deu uma resposta.

Por tudo isso, o sindicato formalizou a solicitação de dispensa a esses profissionais por escrito, conforme o ofício que pode ser acessado no link abaixo.

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