Os profissionais da educação que estão substituindo as equipes técnicas nas escolas agora tem o pagamento pelas substituições garantido. A cada ano é publicado no D.O. portaria de inscrições para os professores e especialistas em educação que desejam substituir os diretores, coordenadores pedagógicos, orientadores e assistentes de direção que se encontram afastados pelos mais diversos motivos. Ocorre que, neste ano, o DGP, Departamento de Gestão de Pessoas, criou um novo critério para o pagamento das substituições que estava prejudicando os docentes. Até o ano passado, como sempre ocorreu, o servidor somente deixava de receber a FTE, função técnica da educação, caso o titular do cargo voltasse a assumí-lo. Neste ano o novo critério previa o corte dessa gratificação até se ter certeza que o titular do cargo voltaria ou não da licença. Isso provocou situações absurdas como a de servidoras que ficaram meses trabalhando sem receber a FTE. O número de educadoras prejudicadas chegava a mais de treze pessoas, muitas prestando serviço em unidades escolares com sérios problemas estruturais, como as existentes na zona noroeste. Felizmente através da pressão exercida pelas profissionais e do apoio dado pelo Sindserv todos os atrasados serão pagos com o salário de setembro. A promessa da secretaria de gestão, através da assessoria do secretário e da chefe de departamento de gestão de pessoas é de que tal situação lamentável nunca mais voltará a ocorrer. Parece brincadeira de mal gosto: não bastasse os baixos salários e as condições de trabalho que a prefeitura oferece as educadoras ainda estavam sendo forçadas a trabalhar sem receber. Isto é uma vergonha para uma cidade que se diz educadora! 

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