O Sindiserv segue alertando a categoria em assembleias setoriais sobre o impasse nas negociações com o governo.

Na manhã de hoje foram os servidores do DEOB que pararam por cerca de uma hora para ouvir o sindicato. Na parte da tarde, a assembleia aconteceu no Departamento de Gestão de Pessoas (Degep).

Ontem os trabalhadores que atuam no prédio do Banco do Brasil também participaram.

O motivo dos atos nos locais de trabalho é esclarecer a categoria sobre a falta de disposição da PMS em negociar a pauta aprovada em assembleia.

Em reunião realizada com o sindicato na última quarta-feira, o secretário de Gestão, Fábio Ferraz, afirmou que a prefeitura não garante sequer a reposição da inflação e o respeito à data-base (fevereiro) da categoria.

A medida que estão sendo informados sobre a última reunião com o Governo, os trabalhadores estão demonstrando indignação e disposição para mobilização.

Diante da postura do Governo, paralisações de maior duração e até greve não estão descartadas. Para decidir formas de mobilização e pressão, será realizada uma assembleia no dia 7 de março, às 19h, no Sindicato dos Bancários (Av. Washington Luis, 140).

A categoria decidiu lutar por um aumento de 16,2% este ano. O índice corresponde a 6,2% de reposição da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 10% como compensação de parte das perdas salariais passadas.

A pauta de reivindicações definida pela maioria compreende ainda:

* Aumento da cesta básica para R$ 306,34, extensiva a todos os trabalhadores até o nível N- P e para todos os aposentados;

* Auxílio-alimentação de R$ 440,00 (R$ 20,00 por dia);

* Contribuição da PMS de 1% da folha para a Capep Saúde;

* Nomeação imediata de todos os concursados;

* Abertura de uma mesa permanente de discussão sobre o PCCV

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