Gráfico mostra a defasagem salarial de alguns níveis salariais

Nem a inflação os prefeitos tucanos concederam em 2020 e 2021. Em 2022 precisaremos quebrar esse ciclo! Desde já precisamos arregaçar as mangas, conversar com os colegas e já nos prepararmos para uma grande luta.

Até agosto/2021 já acumulamos perda de 14,83%. Se continuar na média inflacionária atual, em fevereiro/2022 teremos perdido 20% no salário corroído pela inflação.

Veja quanto você perde de salário todo mês e quanto perdeu desde março de 2019 na CALCULADORA que fizemos aqui.

HISTÓRICO

  • Campanha Salarial 2020: o governo e os vereadores se aproveitaram que os servidores não podiam mais se mobilizar por conta da pandemia e deram ZERO%. Além da redução salarial, aumentaram em 2 pontos percentuais o desconto dos servidores para o IPREV.
  • Campanha Salarial 2021: Paulo Alexandre (PSDB) ajudou Bolsonaro e Paulo Guedes a colocarem a “granada no bolso” dos servidores (que eles chamam de “inimigo”) ao aceitar chantagem do “mito”. A chantagem consistia em só liberar recursos financeiros para os municípios os prefeitos que aceitassem não dar nenhum reajuste nos salários dos servidores (nem a inflação) até o começo de 2022.

Além disso, com essa Lei Federal 173/2020 estamos esse tempo todo sem contar o tempo para qualquer benefício (licença-prêmio, anuênios, triênios, quinquênios…).

VOCÊ VAI DEIXAR?!?

Entendemos quem ainda está insatisfeito com relação aos descontos lá da greve de 2017, mas precisamos tirar a discussão do emocional, levar pro racional e calcular: o desconto foi infinitamente menor do que se você perdesse 5,35% do salário, todos os meses (desde fevereiro de 2017) até sua aposentadoria (se você tem direito à integralidade, até seu último dia de vida).

Além do mais, quem foi intransigente, não quis negociar a reposição e impôs os descontos foi o prefeito Paulo Alexandre. E o objetivo dele era exatamente esse: que os servidores ficassem desanimados e resistentes a lutar novamente por seus direitos.

Vale a pena continuar de cabeça baixa? Se não formos pra luta, teremos mais 7 anos de perdas salariais. Rogério Santos conta com isso, apostando que os servidores fiquem inertes e desunidos, para poder destinar cada vez mais dinheiro público para os amiguinhos das Organizações Sociais que, em troca, financiam suas campanhas e empregam seus cabos eleitorais.

TODOS À ASSEMBLEIA!
DIA 11/11/2021 (QUINTA-FEIRA),
19h, no Sindicato dos Metalúrgicos
(Av. Ana Costa, 55)!