Conselho de Saúde rejeita OSS em Várzea Grande (MT)

A despeito de tudo o que vem sendo levantado mostrando o mau uso do dinheiro público pelas Organizações Sociais de Saúde na rede estadual, a Prefeitura de Várzea Grande quer implantar o mesmo modelo de gestão. Mas lá o Conselho de Saúde do Município fez o correto: reprovou formalmente a ideia. Em Santos, foi bem diferente. Aqui o Conselho é cooptado pelo Governo e nada fez contra o projeto que o Executivo enviou à Câmara pra implantar as OSs.

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“Se Conselho fosse mais ativo, não teríamos chegado a esse ponto”

Confira a entrevista com o presidente da Associação em Defesa da Saúde do Trabalhador (Adesat), Benedito Martins. Sua entidade também faz parte do Conselho Municipal de Saúde de Santos e, como tantas outras entidades que em tese existem para defender o trabalhador, assistiu, passiva, à ameaça de terceirização dos serviços municipais de saúde se concretizar.

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Para os auditores a terceirização já começou errada porque não houve qualquer procedimento de concorrência com comparativo de preços para a contratação da empresa. Além disso, valores do contrato divergem entre o que foi informado ao TCE e ao Portal da Transparência.

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Em novembro de 2012, Pedro Henry e Vander Fernandes tiveram suas contas reprovadas pelo TCE e receberam duras críticas pelo desleixo na gestão. No rol de irregularidades, estava a falta de critérios para pagamentos as Organizações Sociais de Saúde (OSS) e a falta de políticas públicas para combate a doenças como dengue, hepatite e leishmaniose.

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