ATO em defesa da EDUCAÇÃO e da VIDA! 26/01 (terça-feira) 10h na Praça das Bandeiras (Gonzaga)! - Mais de 1.000 mortes (incluindo crianças). - Maior índice de mortalidade de SP. - 6,7% dos casos são na faixa etária entre 0 e 19 anos. - Aumento de mortes por COVID no Brasil todo. - Sistemas de saúde entrando em colapso. - Avanço da segunda onda. E o governo quer reiniciar as aulas presenciais?!? SÓ PODE HAVER EDUCAÇÃO SE ESTIVERMOS VIVOS! TODOS AO ATO: 26/01 (terça-feira) 10h na Praça das Bandeiras!

Os servidores da Educação reafirmaram em assembleia o que já haviam decidido no ano passado: aulas presenciais só com toda a comunidade escolar vacinada. Os trabalhadores também deliberaram uma Carta Aberta à População (para assinar, clique aqui), um ato no aniversário da cidade (26/01 às 10h na Praça das Bandeiras) e uma próxima assembleia virtual de avaliação e, conforme resposta do governo, deliberação sobre os próximos passos, na quinta-feira (28/01 às 19h).

É um absurdo a insistência do governo de reiniciar em fevereiro as aulas presenciais colocando em risco deliberadamente as crianças, seus familiares, os professores, todos os trabalhadores das escolas e toda a cidade.

Em todo o país vemos um aumento alarmante de mortes por COVID, com sistemas de saúde municipais e estaduais chegando ao colapso. Estamos em pleno avanço da chamada “segunda onda”. Santos é a cidade com o maior índice de mortalidade do Estado de São Paulo, já passamos de 1.000 mortes (incluindo crianças). E 6,7% dos casos na cidade são de crianças e adolescentes entre 0 e 19 anos.

O retorno às aulas presenciais, ainda que escalonado, propiciará um aumento no número de casos e mortes e não modificará os níveis de aprendizagem.

Milhares de servidores já morreram em Santos e em todo o Brasil para garantir os serviços essenciais para a população. A mais justa homenagem que prestamos a eles É LUTANDO CONTRA A RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS. E a melhor forma de ajudarmos contra a sobrecarga dos profissionais da linha de frente e de todo o sistema de Saúde TAMBÉM É LUTANDO CONTRA A RETOMADA DAS AULAS PRESENCIAIS.

SÓ PODE HAVER EDUCAÇÃO SE ESTIVERMOS VIVOS!
TODOS AO ATO: 26/01 (terça-feira) 10h na Praça das Bandeiras!

O SINDSERV Santos vê com indignação a insistência do governo municipal de reiniciar em fevereiro as aulas presenciais na rede municipal de educação, expondo deliberadamente os membros da comunidade escolar ao risco de morte pela COVID-19, e ao risco comprovado de sequelas graves para as pessoas que adoecem e não chegam a óbito.

Diante disso, vimos deixar nosso contundente posicionamento em defesa da vida e alertar a todos para o seguinte.

1- Em todo o país vemos um aumento alarmante de contágio e de mortes por COVID Estamos em pleno avanço da chamada “segunda onda”, com a pandemia completamente descontrolada.

2- Santos é a cidade com o maior índice de mortalidade do Estado de São Paulo. Já passamos de 1.000 mortes registradas.

3- Mesmo sem aulas presenciais, cerca de 6,7%, dos mais de 35 mil casos de COVID registrados na cidade, concentram-se na faixa etária dos 0 aos 19 anos. Temos inclusive registro de morte de criança com menos de 9 anos.

4- O alto número de vagas em leitos que o governo tanto enaltece, foram abertos porque AS PESSOAS QUE ESTAVAM LÁ MORRERAM! Compare os número dos últimos dias, entre as pessoas que foram internadas e as que morreram:
18/jan: 971 mortes e 143 internações;
19/jan: 978 mortes e 139 internações;
20/jan: 985 mortes e 131 internações;
21/jan: 1010 mortes e 120 internações.

5- Não temos um programa de vacinação confiável. Não há perspectiva que em curto prazo tenhamos uma quantidade de vacinas suficiente para imunizar a comunidade escolar na nossa cidade.

6- As relações do Brasil com os principais países que fornecem insumos para a produção de vacinas estão imersas em confrontos, negacionismo e politicagem ideologizada criados pelo governo federal. Não bastasse isso, a distribuição das poucas vacinas aqui produzidas virou objeto de luta partidária visando a próxima eleição presidencial.

7- É verdade que todos, exceto a pequena parcela de sociopatas na política, negacionistas suicidas e/ou gananciosos que puseram o lucro acima da vida (a vida dos outros, claro), fomos muito afetados pelas mudanças produzidas pela COVID. Mudanças da rotina da vida, da forma de trabalhar, dificuldades emocionais decorrentes do isolamento social e afastamento dos parentes e amigos, desemprego, entre outras. Mas essas dificuldades não podem nos levar a insanidade de fazer de conta que a pandemia acabou, que a morte não está à espreita.

8- Nesse exato momento, países dos mais avançados do mundo, considerando o aumento de mortes provocadas pela segunda onda da COVID, estão decididamente retomando as medidas de lockdown. E nós, em um momento quando se constata o aumento das mortes, vamos retomar aulas presenciais? As milhares de famílias dos alunos, funcionários, professores e equipes, sairão ilesas dessa macabra experiência?

9- O retorno às aulas presenciais, ainda que seja escalonado, propiciará um aumento no número de contaminações e mortes e não modificará os níveis de aprendizagem. Sabemos que a educação virtual neste momento não dá acesso a todos e marginaliza parte dos alunos. Que o governo municipal qualifique e amplie a escolarização remota e coloque a vida dos alunos, pais, avós, educadores e de suas famílias acima de tudo.

O Sindserv está alertando a todos para os graves riscos de retorno das aulas presenciais antes da vacinação que contemple toda a comunidade escolar. Não seremos cúmplices de ações políticas e administrativas que redundem em morte, porque a vida não tem preço.

Sindicato dos Servidores Municipais de Santos

Assine o abaixo-assinado

NÃO OBRIGATÓRIO
Foto de um cartaz onde está escrito: "VOLTA ÀS AULAS NA PANDEMIA É CRIME"

ASSEMBLEIA dos Trabalhadores da Educação
21/01 (QUINTA-FEIRA), 19h, https://sindservsantos.org.br/assembleia-educacao

O governo e a Seduc chamaram o sindicato para uma reunião no dia 14/01 para “discutir” sobre a volta das aulas presenciais. Um verdadeiro teatro, pois não haveria diálogo nenhum, a decisão já havia sido tomada.

No mesmo dia de manhã, representantes do governo já estavam dando entrevista para a imprensa afirmando o retorno. E a reunião que o sindicato entrou, junto com uma representante dos professores, na verdade era um palanque cheio de donos de escolas particulares para aplaudir.

O governo está passando por cima dos trabalhadores e da decisão das mães/pais de alunos em enquete realizada pelo próprio governo. NÃO VAMOS DEIXAR!

ASSEMBLEIA dos Trabalhadores da Educação
21/01 (QUINTA-FEIRA), 19h, https://sindservsantos.org.br/assembleia-educacao

NOSSOS MORTOS TÊM VOZ!

Muitos servidores já morreram nessa pandemia por terem que trabalhar presencialmente em serviços essenciais. João (Sepag), Florise Malvezzi (Vigilância Sanitária), Sandra Freitas (Auxiliar de Enfermagem), Marusia (Psicóloga), Marisa (Assistente Social), Rui Carlos (PS ZL), Luiz Eduardo Ayres (UPA Central) e tantos outros Brasil afora.

A mais justa homenagem que prestamos a eles e a melhor ajuda que podemos prestar contra a sobrecarga dos profissionais da linha de frente e de todo o sistema de Saúde, É LUTANDO CONTRA A RETOMADA DO TRABALHO PRESENCIAL nos serviços que não são essenciais no momento ou que podem ser feitos virtualmente.

SÓ PODE HAVER EDUCAÇÃO SE ESTIVERMOS VIVOS!
TODOS À ASSEMBLEIA
21/01 (QUINTA-FEIRA), 19h,

https://sindservsantos.org.br/assembleia-educacao

ASSEMBLEIA VIRTUAL dos Trabalhadores da Educação. PAUTA: proposta do governo de retomada das aulas presenciais. 21/01 (QUINTA-FEIRA), 19h, https://sindservsantos.org.br/assembleia-educacao
Foto do ato das cozinheiras 12/01/2021

Um absurdo! Com apenas 12 dias de governo, essa já é a QUARTA AÇÃO ANTISSINDICAL praticada pelo atual prefeito de Santos, Rogério Santos (também do PSDB).

1°) No dia 07/01, não deixou que a imprensa sindical registrasse reunião entre representantes do governo, dos professores, das mães/pais de alunos e do sindicato. Esse é um debate público e os representantes do governo são agentes públicos. Se o Governo defende a terceirização da Educação Especial, que o faça publicamente. Não é possível que uma reunião com o governo não seja TRANSPARENTE para a sociedade.

2°) Sem comunicar o sindicato, chamou representantes dos professores para uma conversa. Os professores exigiram a presença do sindicato e conseguiram reverter essa tentativa AUTORITÁRIA E ANTISSINDICAL.

3°) No dia 12/01, as cozinheiras foram à Praça Mauá realizar um ato contra a terceirização das cozinhas e presenciaram uma enorme tentativa de intimidação. Por ordem do governo, o comando da Guarda Municipal desviou um grande contingente de Guardas de suas funções cotidianas e os colocou nas escadarias do Paço Municipal.

4°) As cozinheiras, acompanhadas pelo Movimento de Mulheres solidárias ao movimento, foram ao Paço entregar suas reivindicações e um pedido de reunião com o prefeito. Mas ninguém do Gabinete do prefeito quis receber o pedido. Só repetiam que quem iria receber eram representantes da Seduc. Se as cozinheiras quisessem ser recebidas pela Seduc, iriam até a Seduc. Quem está dando as ORDENS para ampliar a TERCEIRIZAÇÃO das cozinhas das escolas municipais é o prefeito, e o pedido de reunião era destinado ao Gabinete do prefeito.

Rogério Santos tem que RESPEITAR a categoria e a entidade sindical que a representa. Estas tentativas de INTIMIDAÇÃO são um grande retrocesso, com objetivos óbvios: limitar a atuação do sindicato e a livre organização e luta dos trabalhadores.

Não nos calaremos!

Foto do ato

PRÓXIMO ATO: 14/01 (quinta-feira), 14h, Praça Mauá!

O movimento de mães/pais de alunos e professores continua firme contra a terceirização da Educação Especial. Isso forçou um novo recuo do governo. No dia 07/01, durante o ato de entrega das reivindicações ao novo prefeito, o governo anunciou que vai manter o Projeto Mediador com os professores concursados. Porém, o governo insiste na terceirização, destinando as vagas que faltarem para as OSCs (Organizações da Sociedade Civil).

A desculpa é que não haveria professores suficientes para exercerem a função de Mediadores no contraturno. A verdade é que essa insuficiência de professores é causada pelo próprio governo que nunca os repõe em número suficiente.

Para resolver esse problema, a solução não é a terceirização e sim preencher todos os cargos vagos com profissionais concursados. Por isso, a categoria reivindica:

  • Promoção de Especialistas I, II e III, a partir das listas vigentes, para preencher todos os cargos vagos;
  • Abertura de concurso de promoção para PEBs II (Professores de Educação Básica), para preencher todos os cargos vagos;
  • Convocação dos Professores Adjuntos I e II das listas vigentes do concurso de ingresso;
  • E que todas as vagas que não forem preenchidas do Projeto Mediador sejam apresentadas e preenchidas no processo de atribuição de aulas em janeiro, seja por meio do Projeto 150 horas/aula ou pela atribuição de 200 horas/aula.

Reunião com a Seduc agendada. Movimento estará presente

A Seduc chamou o SINDSERV Santos para uma reunião sobre uma possível volta às aulas presenciais. Mesmo a reunião não sendo sobre a Educação Especial, o movimento estará presente com representantes da categoria e das mães/pais dentro da reunião e na praça fazendo pressão.

A reunião está marcada para às 15h do dia 14/01 (quinta-feira). Então, todos devem se dirigir à Praça Mauá para o ato a partir das 14h.

Sobre a volta às aulas presenciais, a posição do sindicato será a que foi deliberada pela categoria em assembleia: SÓ COM VACINA!

TODOS CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL!
TODOS AO ATO: 14/01 (quinta-feira), 14h, Praça Mauá!

Trecho do Programa Conecta Educador

Passado quase um ano de trabalho remoto custeado exclusivamente pelos trabalhadores, finalmente o governo aprovou o primeiro auxílio financeiro para ajudar nos custos do home office. Porém, o Programa Conecta Educador traz uma série de limitações desnecessárias e injustas.

A Prefeitura de Santos, seguindo o Decreto Estadual, deveria contemplar todos os professores que estão em atividade. O Programa Estadual não excluiu nenhum professor em atividade. Em Santos estão fora: os Educadores de Desenvolvimento Infantil (EDIs), os que estão em Estágio Probatório, os que estão há 5 anos para se aposentar e os que já estão em abono permanência. Essas limitações são injustas, pois esses docentes têm os mesmos gastos para efetuar o ensino remoto.

Além de injustas, as limitações também não fazem sentido já que haverá suspensão do pagamento e restituição de tudo o que foi recebido em caso de exoneração, aposentadoria ou afastamento para atividades distintas.

Outra limitação injustificável é só reembolsar laptops comprados após o pedido do auxílio ser aceito pelo governo. Oras, já passamos praticamente o ano todo de 2020 com aulas remotas, sabemos que muitos professores desembolsaram do próprio bolso o dinheiro para financiar em muitas prestações o laptop e, assim, garantir o ensino de seus alunos. Porque o Programa faz essa limitação temporal? Por que não reembolsar pelo menos os computadores comprados de março de 2020 em diante?

Programa Estadual
https://decentro.educacao.sp.gov.br/programa-professor-conectado-aquisicao-de-computadores/

Lei
https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/inicio/download/2020-12-11#page=8

Decreto
https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/inicio/download/2020-12-14#page=4

Comissão
https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/inicio/download/2020-12-15#page=4

Regulamento
https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/inicio/download/2020-12-16#page=46
https://diariooficial.santos.sp.gov.br/edicoes/inicio/download/2020-12-17#page=21

URGENTE: Governo quer TERCEIRIZAR cozinhas! Atenção Cozinheiras, Merendeiras e Ajudantes de Cozinha. ASSEMBLEIA VIRTUAL SEXTA-FEIRA (08/01), 19h, https://sindservsantos.org.br/assembleia

No penúltimo dia para acabar 2020, Paulo Alexandre armou mais uma bomba! Publicou no Diário Oficial o Edital para TERCEIRIZAR os serviços das Cozinheiras, Merendeiras e Ajudantes de Cozinha em 13 escolas municipais e 23 estaduais.

Os servidores precisam se organizar para barrar mais esse ataque. Por isso, o sindicato chama todos para participarem da ASSEMBLEIA VIRTUAL na SEXTA-FEIRA (08/01) às 19h. Para participar, basta entrar no dia e horário neste endereço: https://sindservsantos.org.br/assembleia

O Pregão Eletrônico para substituir os servidores já será realizado no dia 13/01. Por isso, é muito importante que todos compareçam na assembleia. Nesse primeiro momento serão 13 escolas municipais, se os trabalhadores não reagirem, no futuro breve todo o serviço de alimentação de todas as unidades será terceirizado. Veja quais são as primeiras UMEs na lista da terceirização:

  • UME Judoca Ricardo Sampaio;
  • UME Noel Gomes Ferreira;
  • UME Monte Cabrão;
  • UME Avelino de Paz Vieira;
  • UME Santista;
  • UME Mário de Almeida Alcântara;
  • UME Terezinha Maria Calçada Bastos;
  • UME Flavio Cipriano Barbosa;
  • UME José Carlos de Azevedo Júnior;
  • UME José da Costa e Silva Sobrinho;
  • UME Luiz Alca de Sant´Anna;
  • UME Paulo Gomes Barbosa;
  • UME Penha.

TODOS À ASSEMBLEIA!
SEXTA-FEIRA (08/01), 19h

https://sindservsantos.org.br/assembleia

O Conselho Municipal de Educação (CME) e o Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CONDEFI), se posicionaram CONTRA o Edital da TERCEIRIZAÇÃO da EDUCAÇÃO ESPECIAL. As decisões foram tomadas em suas respectivas reuniões realizadas nos dias 11/12 e 28/12.

Essas resoluções mostram mais uma vez que mães, pais, professores e funcionários de escola estão corretos em não aceitar a terceirização da Educação Especial.

No dia 07/01 (quinta-feira), a partir das 16h, na Praça Mauá (Centro), temos mais um dia de luta pela Educação. Neste ato entregaremos as reivindicações do Movimento Santos Merece Outra Educação ao novo prefeito, Rogério Santos.

Convidamos para o ato: mães, pais, responsáveis e conselheiros do CME e do CONDEFI, para estarem juntos com os Professores Adjuntos (esperando abertura de concurso e efetivação da promoção, alguns há mais de 10 anos), membros de Equipes Técnicas (que também lutam pela Promoção, concurso vigente), concursados aprovados para ingressar na prefeitura (Professores Adjuntos I e II, Inspetores de Alunos e Secretários de Unidades Escolar, classificados no último concurso público também vigente) e com os Professores Mediadores (que lutam pela reabertura de inscrições para retomarem seu trabalho na Educação Especial).

Iniciaremos 2021 com centenas de cargos vagos na rede municipal de ensino de Santos, pois nos últimos 8 anos, apesar dos concursos realizados, o preenchimento das vagas sempre foi insuficiente. O governo simplesmente não admite os concursados e ainda tenta justificar a terceirização pela falta de profissionais.

Lembramos que não há nenhum impedimento Legal, nem com a Lei 173, que proíba a convocação dos concursados já que eles entrariam em cargos que estão vagos e não haveria nenhuma criação de novos cargos.

TODOS AO ATO!
07/01 (quinta-feira), a partir das 16h, na Praça Mauá (Centro)
#SantosMereceOutraEducação

Em resposta à reivindicação dos funcionários de escolas entregue no dia 18/12, a Seduc respondeu que não irá garantir o recesso junto com os professores e alunos (de 4 a 22/01) e jogou a responsabilidade de deliberar sobre a organização da escala no colo de cada gestão escolar.

Essa reivindicação se faz necessária pois não há necessidade da presença diária de todos os funcionários nas escolas (lembrando que esses estariam de férias, se não tivessem sido adiantadas em abril por conta da Pandemia) já que a sua imensa maioria não trabalha na secretaria da escola (esse setor não entra de férias em janeiro por conta das matrículas).

Os trabalhadores reivindicam que haja um escalonamento de trabalho apenas para as atividades pontualmente necessárias e que haja uma redução de horas de atendimento ao público.

Essa reivindicação tem mais peso ainda, pois além da presença desnecessária (já que não tem atendimento aos alunos), ajudará a diminuir a circulação de pessoas em meio à nova crescente de contágio da COVID-19.

Os funcionários de escola foram até a Seduc no dia 18/12 reivindicar que o trabalho presencial seja de forma escalonada e apenas pontualmente para as atividades necessárias.

Essa reivindicação se faz necessária para diminuir a circulação de pessoas em meio à nova crescente de contágio da COVID-19. Vale lembrar que a Baixada Santista regrediu para a fase amarela.

Esses trabalhadores estão cumprindo 100% do horário nas escolas sem necessidade, já que não está havendo atividade presencial.

Outro pedido é para que os funcionários e Equipes Técnicas tenham Recesso Escolar garantido junto com os professores. Os trabalhadores querem também que esse Recesso seja regulamentado em Lei.

SÓ A LUTA MUDA A VIDA!