Brian Gordon

A última sandice dos políticos na gestão da pandemia agora é abrir a possibilidade de voltar do recesso com 100% dos alunos presencialmente. A maioria dos professores e funcionários só tomou a primeira dose da vacina. Tem servidor com comorbidade com apenas 1 dose da AstraZeneca que será obrigado a voltar pro presencial. Fora os alunos que não tomaram nenhuma dose.

No Estado de SP, crianças de até 9 anos são 2,8% dos casos confirmados. De 10 a 19 anos são mais 6,3%. No Brasil já são 861 mortes de crianças de até 9 anos e 2.580 de 10 a 19 anos.

Como conseguiremos respeitar os protocolos de distanciamento??? Existe alguma sala que é possível ter 1,5m de distância (na frente, atrás e dos dois lados) de uma carteira para outra com todos os alunos? E nas salas administrativas? E o refeitório que nem de máscara os alunos estarão?

E as salas que não tem ventilação? Onde as janelas estão emperradas ou foram feitas para não abrir, como na UME Paulo Gomes Barbosa.

Essa é mais uma prova que não podemos contar com o governo para realizar nosso trabalho com segurança. Por isso, nós mesmo temos que nos dedicar, nos informando das normas (que eles mesmo fizeram) e denunciar caso alguma medida de proteção de nossa saúde e da população não esteja sendo cumprida. Leia os protocolos abaixo:

SE INFORME…

…E DENUNCIE

Caso a sua unidade escolar não esteja cumprindo essas determinações, chame o sindicato para ajudar a seguir os protocolos de segurança sanitária. Denuncie também se não forem garantidos Equipamentos de Proteção Individual e/ou condições de trabalho mínimas.

A sua saúde e de toda a comunidade escolar dependem da sua ação, não se omita!

(13) 3228 7400 entre 10 e 14 horas
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Foto do prefeito Rogério Santos, da secretária de Educação Cristina Barletta e do secretário de Saúde Adriano Catapreta. Os 3 estão com as camisas sujas de sangue e na parede está escrito: "VOCÊS TÊM SANGUE NAS MÃOS!"

Morreu nesta madrugada uma aluna da UME Leonor Mendes de Barros de apenas 3 anos. A criança contraiu o covid-19 após começarem as aulas presenciais.

Mais uma morte que poderia ser evitada. E não foi por falta de aviso, os trabalhadores denunciam que as aulas presenciais iriam matar trabalhadores e alunos desde o ano passado.

Hoje foi mais um dia em que os servidores fizeram ato em frente ao Paço Municipal exatamente sobre isso. A luta é pelo ensino 100% remoto enquanto a população não é vacinada e contra o Decreto que impõe a volta ao trabalho presencial a todos os servidores que estão em regime de home office.

Já são mais de 948 crianças, de 0 a 9 anos, mortas no Brasil pela covid-19. O país é o 2° com mais mortes de crianças.

Satisfeito agora, prefeito Rogério Santos?! Satisfeita, secretária de Educação Cristina Barletta?! Satisfeito, secretário de Saúde Adriano Catapreta?!

VOCÊS TÊM SANGUE NAS MÃOS!

Foto de um cartaz escrito: "Se um povo vai às ruas protestar em plena pandemia, é porque seu governo é mais perigoso que o vírus"

Dessa vez a vítima do governo santista foi uma auxiliar de Educação Inclusiva da UME Olívia Fernandes. Ela tinha apenas 37 anos. Começou a trabalhar na UME, através da terceirização via Organização Social (OS), no dia 24 de maio e, segundo o jornal A Tribuna, pegou covid-19 que evoluiu rapidamente a levando à óbito já no dia 3 de junho.

Na mesma unidade, mais dois casos de Covid-19 foram confirmados. Em nota, a Seduc informou que “já está tomando todas as medidas”. Que medidas? Vai trazer a professora de volta à vida?!? Vai pelo menos suspender as aulas presenciais em toda a rede?!?

Além do risco para os adultos (professores, funcionários, pais e familiares), o risco também é para os alunos. O Brasil é o 2° país com mais mortes de crianças por covid-19. Até o mês passado, perdemos 948 crianças de zero a nove anos.

TODOS AO ATO

Se já não bastasse as aulas presenciais que já mataram diretamente 5 trabalhadores (mais outros tantos indiretamente), o governo decretou a volta ao trabalho presencial de todos os servidores que estão trabalhando remotamente.

Não podemos aceitar essa política assassina calados! Somos obrigados a ir para às ruas protestar porque os governos se mostram tão perigosos quanto o vírus!

TODOS AO ATO UNIFICADO PELA VIDA!
09/06/2021 (quarta-feira), 11h, no Paço Municipal (Pça Mauá)

ATO UNIFICADO PELA VIDA! Pelo ensino 100% remoto e pelo trabalho remoto aos servidores com comorbidades e/ou mais de 60 anos. 09/06/2021 (quarta-feira), 11h, no Paço Municipal (Pça Mauá)

Pelo ensino 100% remoto e pelo trabalho remoto aos que precisam: TODOS AO ATO UNIFICADO PELA VIDA! 09/06/2021 (quarta-feira), 11h, no Paço Municipal (Pça Mauá)

COMORBIDADES e/ou MAIS DE 60 ANOS

Rogério Santos decretou a volta ao trabalho presencial a partir do dia 14/06 para todos os servidores que já tomaram a vacina. Quem tomou a Covishield (Oxford/Astrazeneca) não poderá nem mesmo esperar pela 2ª dose.

Com a transmissão do vírus em alta e sem a vacinação em massa é imprescindível diminuir a circulação e proteger os mais vulneráveis à doença.

EDUCAÇÃO

Não deu nem 2 meses e já são 33 escolas com casos confirmados. Muitos profissionais e alunos levaram Covid-19 para suas casas e perderam parentes por conta disso. Em muitas dessas escolas a Seduc não está comunicando os demais trabalhadores e nem os pais dos alunos, colocando todos em risco.

Estudo do Dieese apontou que, entre os celetistas, os profissionais da educação são os que mais tiveram desligamentos por morte (106% a mais). Mais até mesmo do que os profissionais enquadrados em “Saúde Humana e Serviços Sociais” (71,7% a mais).

Mortes que poderiam ter sido evitadas com o ensino remoto. Se a vida do cozinheiro Wagner Rodrigues, do professor Edson Martins Gomes, do diretor Joel Oliveira da Silva e da professora Andrea Alvesa seriam preservadas, se a Seduc não tivesse insistido tanto nas aulas presenciais, nunca saberemos. Mas uma coisa temos certeza: CONTINUAREMOS LUTANDO CONTRA ESSE MATADOURO INSANO!

TODOS AO ATO UNIFICADO PELA VIDA!
09/06/2021 (quarta-feira), 11h, no Paço Municipal (Pça Mauá)

Gráfico de mortes por dia compara vários países. O Brasil está descendo a segunda onda, mas muito continua no meio da montanha.

Por Decreto, o governo manda voltar ao trabalho presencial a partir do dia 14/06 todos os servidores que têm comorbidades e tomaram a vacina. No caso de quem tomou a Covishield (Oxford/Astrazeneca) não será possível nem mesmo esperar tomar a segunda dose, a contagem dos 22 dias será a partir da primeira dose.

A vacinação diminui sensivelmente as internações e mortes, mas os vacinados ainda podem pegar e transmitir Covid-19. Para quê queremos mais pessoas circulando na cidade se ainda não conseguimos nem descer da segunda onda da pandemia? Ainda estão morrendo quase 2 mil brasileiros POR DIA! No Estado de São Paulo e no município de Santos os óbitos também estacionaram em médias altíssimas.

Além disso, nenhuma vacina é 100% eficaz. Por conta da comorbidade, ainda é possível que a doença evolua para um caso mais grave, deixando sequelas ou levando até à morte. Enquanto não for feita a vacinação para todos e a transmissão continuar alta, é imprescindível que as demais barreiras contra o vírus ainda estejam de pé (máscaras, álcool, distanciamento e, quando possível, isolamento).

Há inúmeros trabalhos dentro da Prefeitura que são possíveis de continuar sendo feitos de forma remota. A maioria dos demais trabalhos são necessários presencialmente justamente porque atende diretamente à população. E a maioria das unidades municipais não tem ventilação natural, metragem das salas não são suficientes para efetivar o distanciamento entre funcionários e munícipes, e outros.

Ou seja, parte dos servidores não precisaria voltar (e lotar ainda mais os ônibus, por exemplo) e outra parte ficará muito exposta ao vírus para pegar e transmitir.

A decisão do governo é arbitrária, não respeita a ciência e, mais uma vez, ajuda a circulação do vírus. Não faz nenhuma distinção de caso a caso, nem pelo trabalho desenvolvido, nem pelo tipo de comorbidade.

Montagem com fotos de faixas e cartazes na janelas e de pessoas com faixa em favor das aulas 100% remotas

Os trabalhadores da Educação continuam na luta para que o ensino volte a ser totalmente remoto enquanto não houver vacinação para toda a comunidade escolar. Toda terça-feira o movimento se reúne para avaliação e para traçar as próximas ações (19h, https://sind.srv.br/educacao).

Estamos com faixas nas feiras e em espaços de grande circulação, penduramos cartazes nas janelas, fizemos textos e vídeos desmentindo o governo, fomos à imprensa etc. E continuaremos com muitas ações para preservar as vidas.

Participe você também. Preencha o formulário abaixo:

Foto da Secretária de Educação, Cristina Barletta, junto com gráfico de mortes e casos de COVID-19 mostrando que estamos no maior pico de toda a pandemia

Morreu ontem (05/05) a professora Andrea dos Santos Mendez da UME Professora Therezinha de Jesus Siqueira Pimentel. Além dela, após a primeira experiência de aulas presenciais que durou um mês e meio, faleceram mais 2 professores, 1 cozinheiro e 1 diretor. Isso sem contar as muitas internações e sequelas, os óbitos de familiares dos servidores e de alunos.

O contraste entre essa dura realidade e a fantasia propagada pelo governo na imprensa é enorme. As principais mentiras são as de que a maioria dos professores já foi vacinado, as aulas presenciais são necessárias por conta da alimentação das crianças e que o retorno à escola é seguro. Vamos à realidade:

1) A maioria dos professores e funcionários de escolas NÃO FORAM VACINADOS!

A primeira dose da vacinação foi apenas para uma pequena parte da comunidade escolar. Ficaram de fora: todos os que têm menos de 47 anos, todos os Auxiliares Bibliotecários, Técnicos em Biblioteconomia, Agentes de Portaria, professores e funcionários readaptados, funcionários da limpeza, alunos e familiares.

Fora isso, muitos não tomaram porque acabaram as vacinas. E, dos poucos que tomaram, foi apenas a primeira dose, falta a segunda e ainda esperar mais 15 dias para estarem protegidos.

2) As aulas presenciais NÃO GARANTEM A ALIMENTAÇÃO dos alunos!

O governo não está garantindo a alimentação das crianças (distribuiu pouquíssimas cestas e auxílios através de cartão) e também não garantiu durante o período das aulas presenciais. Foram oferecidos apenas lanches secos (suco e bolacha).

Além disso, cada aluno foi apenas 1 vez por semana na escola. Ou seja, argumento falso apenas para enganar a população.

3) O retorno NÃO É SEGURO!

A ciência avançou desde o começo da pandemia. Agora sabemos que superfícies são muito menos transmissíveis do que o contágio pelo ar em ambientes fechados, com pessoas falando e por um longo período. Ou seja, as salas de aula são perfeitas para a propagação do vírus.

Tem sala que nem ventilador tem, outras que as janelas não abrem (emperradas ou feitas para não abrir, como é o caso na UME Paulo Gomes Barbosa). Fora tudo isso, são mais pessoas circulando pela cidade em transportes públicos.

MANTER A PERPLEXIDADE DIANTE DO ABSURDO

Continuamos no maior pico de toda a pandemia. Quase 3 mil famílias brasileiras perdem entes queridos TODOS OS DIAS! Não podemos naturalizar esse absurdo.

A mais justa homenagem que prestamos a todos os trabalhadores que se vão É LUTANDO CONTRA AS AULAS PRESENCIAIS. A ajuda mais efetiva que os profissionais da Educação podem dar aos profissionais da linha de frente É LUTAR CONTRA AS AULAS PRESENCIAIS.

Ilustração com famílias olhando com admiração para profissionais da Saúde e escrito: "Lutar pelo ensino remoto! Essa é nossa responsabilidade! Pelas crianças, pelos trabalhadores da linha de frente, por toda a população!"

Em apenas 1 mês e meio de aulas presenciais, só na rede municipal já perdemos 3 colegas! Nas particulares foram pelo menos mais 2 professoras mortas. Internações de crianças dispararam em todo o Brasil. Ao todo, 72 servidores do estado de SP morreram. Isso sem contar os familiares dos servidores e alunos que adoeceram e/ou vieram a óbito.

Pedagogicamente também não houve avanço, pois as aulas remotas foram desqualificadas com essa forma híbrida, já que as aulas presenciais acontecem em duração insignificante para o aluno e perigosas diante da pandemia. O único que ganhou com o ensino presencial foi o vírus, que se alastrou, contaminou a muitos e matou com a desastrosa reabertura das escolas para aulas presenciais durante o maior pico de toda a pandemia.

NOS ATACAM

Empresários e políticos fazem de tudo para envenenar a população de ódio contra os trabalhadores educação (veja quem está por trás do @escolas.abertas aqui, por exemplo).

Espalham mentiras como se não estivéssemos trabalhando em toda a pandemia, como se agora estivéssemos todos vacinados, como se as aulas presenciais garantissem alimentação adequada para as crianças, etc (fakes desmentidas aqui).

NOSSA RESPONSABILIDADE

É difícil reverter tanta desinformação, mas não podemos assistir calados mais contaminações e mortes. Não há como oferecer nenhuma segurança sanitária com a retomada das aulas presenciais.

Sabemos que para frear o avanço do vírus, toda a sociedade precisa realizar coletivamente algumas ações combinadas e nós, educadores, temos o dever de divulgá-las. É nosso papel dialogar com o maior número de pessoas, principalmente com os pais e responsáveis por nossos alunos para que possamos:

1) Divulgar a posição da categoria para todos os membros das comunidades escolares de que neste momento não devemos ministrar aulas presenciais e que o trabalho presencial deve limitar-se ao encaminhamento de questões administrativas que não possam ser resolvidas pelo trabalho remoto, pois os índices de contaminações e mortes em toda a cidade continuam crescendo;

2) Incentivar todos os munícipes a participarem ativamente da campanha de vacinação e a propagandear a sua importância;

3) Denunciar o lento e descontínuo processo de imunização, reivindicando das autoridades por todos os meios possíveis a compra e a produção de vacinas para todos, como já ocorre em diversos países com muito menos recursos para importar, produzir e aplicar vacinas do que o Brasil;

4) Fortalecer as lutas pelo retorno do auxílio emergencial federal e de quaisquer outros auxílios financeiros estaduais e municipais para os setores mais vulneráveis da sociedade e participar das campanhas de solidariedade aos que mais necessitam;

5) Manter as atuais medidas adotadas até agora para reduzir a circulação do vírus entre as pessoas, tais como: exercer e promover as medidas de distanciamento físico, o uso de máscaras, termômetro, tapete sanitizante e a utilização do álcool gel e zelar para que todos adotem estes procedimentos de segurança;

6) Comunicar todos os casos de contaminação ou de suspeitas de contaminação a todos os membros das comunidades escolares e ao sindicato, pois a informação e a notificação são fundamentais no combate ao vírus;

7) Convocar e debater nos CONSELHOS DE ESCOLA e promover ASSEMBLEIAS (preferencialmente virtuais), com a mais ampla participação das comunidades, para debater o modelo de ensino presencial proposto e reavaliado, levando em consideração os problemas de evasão, de contaminação e de qualificação do ensino remoto e as diversas formas de enfrentá-los.

Tais ações são fundamentais para reduzir a exposição ao vírus e os trabalhadores de educação têm um papel fundamental neste momento tão difícil, pois a nossa omissão poderá custar vidas!

Na imagem: Manchete de reportagem "No lugar de estudantes, caixões. Prefeitura de SP contrata vans escolares para transportar mortos por COVID-19"

Os políticos e empresários estão espalhando mentiras para você. Veja aqui a realidade:

1) Os professores e outros profissionais de escolas estão “ganhando no mole”: MENTIRA!

VERDADE: Os servidores da Educação não pararam de trabalhar durante toda a pandemia. Para os professores, a carga horária mais do que dobrou com o ensino remoto e atendimentos individualizados através de aplicativos. E os profissionais de escolas também não pararam de trabalhar, pois as escolas continuaram abertas para trabalhos administrativos e de apoio aos pais, alunos e professores.

2) Professores e funcionários de escolas já foram vacinados: MENTIRA!

VERDADE: A primeira dose da vacinação que começou sábado foi apenas para uma pequena parte da comunidade escolar. Ficaram de fora: todos os que têm menos de 47 anos, todos os Auxiliares Bibliotecários, Técnicos em Biblioteconomia, Agentes de Portaria, professores e funcionários readaptados nessas funções, funcionários da limpeza, alunos e familiares.

Fora isso, foi aplicada apenas a primeira dose em alguns (muitos não tomaram porque acabaram as vacinas). Desses poucos que tomaram, ainda precisarão tomar a segunda dose e esperar mais 15 dias para estarem protegidos.

3) A primeira tentativa de volta às aulas presenciais deu certo: MENTIRA!

VERDADE: Internações de crianças dispararam em todo o Brasil. Em Santos, 1 cozinheiro e 2 professores MORRERAM, e várias contaminações com internações e sequelas. Nas particulares foram pelo menos mais 2 professoras mortas. Pesquisa revelou que o contágio é 3 vezes maior nas aulas presenciais. Ao todo 72 servidores do estado de SP morreram. Isso sem contar os familiares dos servidores e de alunos que vieram a óbito ou foram contaminados.

Qual foi o ganho pedagógico nesse um mês e meio de aulas presenciais? Qual o ganho afetivo ou psicológico para essas crianças? NENHUM! Só quem “ganhou” foi o crescimento do contágio Coronavírus com essa atitude desastrosa do governo que contribuiu decisivamente para o maior pico de toda a pandemia.

4) As aulas presenciais garantem a alimentação dos alunos: MENTIRA!

VERDADE: Realmente é de responsabilidade do governo garantir a alimentação adequada das crianças. E o governo não está fazendo isso durante a pandemia (distribuiu pouquíssimas cestas e auxílios através de cartão) e também não fez durante o período das aulas presenciais.

No curto período de aulas presenciais foram oferecidos apenas lanches secos (suco e bolacha). Pelo rodízio, cada aluno foi apenas 1 vez por semana na escola. Ou seja, argumento falso para enganar a população.

VAMOS SUPERAR ESSA VIVOS!

Sem dúvida que as crianças estão sendo muito afetadas com as escolas fechadas. Falta de rotina e convivência com outras crianças, dificuldades emocionais e de aprendizado etc. Mas isso não pode nos levar a insanidade de fazer de conta que a pandemia acabou, que a morte não está à espreita, inclusive para nossos pequenos.

Neste momento, não há como oferecer nenhuma segurança de saúde com as aulas presenciais. Sabemos que a educação virtual ainda marginaliza parte dos alunos. Por isso, precisamos cobrar que o governo qualifique e amplie a escolarização remota.

A vida dos alunos, pais, avós, educadores e de suas famílias precisa estar acima de tudo.

Veja a lista das escolas onde houve contágios:

UME Anízio Bento
UME Auxiliadora da Instrução
UME Barão do Rio Branco
UME Candinha Ribeiro de Mendonça
UME Claudia Helena dos Santos Oliveira Corrêa (MORTE)
UME Deputado Rubens Lara
UME Derosse José de Oliveira
UME dos Andradas
UME dos Andradas II
UME Dr. Fernando Costa
UME Dr. José Carlos de Azevedo Jr
UME Dr. Nelson de Toledo Piza
UME Edméa Ladevig
UME Eunice Caldas
UME Flávio Cipriano Barbosa
UME Gemma Rebello
UME General Clóvis Bandeira Brasil (MORTE)
UME Gota de Leite
UME Irmã Maria Dolores
UME Irmão José Genésio
UME Leonor Mendes de Barros
UME Lourdes Ortiz
UME Magali Alonso
UME Margareth Buchmann
UME Maria Lucia Prandi
UME Maria Luiza Alonso Silva
UME Maria Patrícia Fogaça
UME Martins Fontes
UME Monte Cabrão
UME Noel Gomes Ferreira
UME Olavo Bilac
UME Padre Francisco Leite
UME Padre Leonardo Nunes
UME Padre Lúcio Floro
UME Paulo Gomes Barbosa
UME Pedro II
UME Prefeito Esmeraldo Tarquinio
UME Prefeito Oswaldo Justo
UME Professor Avelino da Paz Vieira
UME Professor Cely de Moura Negrini
UME Professor João Walter Sampaio Smolka
UME Professor José de Sá Porto
UME Professor Mário de Almeida Alcântara
UME Professora Iveta Mesquita Nogueira
UME Professora Maria Carmelita Proost Villaça
UME Professora Therezinha de Jesus Siqueira Pimentel
UME Ricardo Sampaio (MORTE)
UME Samuel Augusto Leão de Moura
UME Santista
UME Vinte e Oito de Fevereiro