Ataque aos Cofres Públicos
Prefeito e ex-prefeito são denunciados por esquema de notas frias na Saúde
Gestores da área de saúde e empresários usavam esquema fraudulento para desviar recursos públicos via compra de medicamentos. Empresa teria vendido R$ 934 mil em notas frias para diversas prefeituras do estado, além de produtos superfaturados.
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Medida foi tomada após o governo ter detectado irregularidades e também pela falta de prestação de contas de R$ 50 milhões já repassados à empresa. Com a municipalização, prefeitura deverá economizar R$ 2 milhões por mês.
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Em São Sebastião do Paraíso (MG), após fraudar o SUS em R$ 5 milhões, dono de hospital se elege prefeito e instala o Hospital Municipal e a Secretaria de Saúde em prédio de sua propriedade, sujeitando a prefeitura ao pagamento de multa mensal de R$ 40 mil se o edifício não for entregue em boas condições.
Leia maisServidores do Hospital de Picos fazem protesto contra Organização Social
Sindicato dos Enfermeiros e também dos Servidores Municipais não se deixam enganar na defesa do SUS. Eles denunciam a falta de transparência do contrato emergencial com uma empresa e denunciam a privatização por dentro do Estado.
Leia maisFundação do ABC começa a selecionar trabalhadores, quem fiscalizará?
A seleção de pessoal que trabalhará na UPA a ser gerenciada pela Fundação ABC, empresa com diversas irregularidades no histórico, não terá controle público algum. Temor é de que a unidade vire um celeiro de oportunidades para apadrinhados políticos dos que disseram SIM à terceirização.
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Contratação de OS, em regime de urgência, sem licitação e sem qualquer discussão com a população confronta princípios de legalidade, legitimidade e interesse público. Funcionários prometem paralisação nesta quarta (30).
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Cooperativa teria usado como taxa administrativa (lucro) R$ 1,9 milhão durante período em que Ciro Gomes comandou a pasta; MPF pede que a Justiça bloqueie esse dinheiro junto à entidade.
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O TCE do Paraná encaminhou ao Ministério da Justiça pedido para que oito Oscips tenham sua certificação cancelada – o que, atualmente, as isenta de impostos.
A lista inclui organizações que foram multadas pelo órgão 18 anos atrás. Pelo menos seis delas já foram acionadas na Justiça estadual.
Terceirizado, PS em Botucatu tem contas rejeitadas por falta de transparência
Gastos de mais de R$ 1,2 milhão repassado em 2010 pela Associação Beneficente Hospitalar Sorocabana (ABHS) não foram devidamente explicados.
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Entidade faz parte do Conselho Municipal de Saúde e das demais instituições que ficaram passivas diante da investida do governo pró-terceirização.
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