Audiência pública debateu violência na Educação

A violência nas escolas não pode ser discutida de maneira isolada das demais condições de trabalho. A falta de valorização e reconhecimento por parte do governo cria o ambiente propício para a violência contra os profissionais da Educação.

Na audiência pública realizada dia 29/10, os servidores lembraram que violência também é: Terceirizar o serviço público; Aumentar a verba para as conveniadas enquanto fecha salas e escolas inteiras; Não cumprir a Lei Federal das Educadoras de Desenvolvimento Infantil; Manter os ingressantes por mais de 12 anos com Professor Adjunto; Não incorporar no salário base da Equipe Gestora a Função Técnica de Especialista (FTE); Não reclassificar os funcionários das escolas; Entre diversos outras práticas do governo que precarizam as condições de trabalho.

 

Diversas falas também denunciaram a postura antissindical da Seduc que barrou a participação do sindicato, mesmo com pedido dos trabalhadores, e a indicação de alguns professores na comissão criada para discutir um novo protocolo em casos de agressões nas unidades de ensino. Veja o vídeo.