Série Não Vote Neles- É DEVER DE TODOS LUTAR CONTRA QUEM ATACA OS SERVIDORES
Como acontece em cada eleição, este ano o Sindserv volta a cumprir com seu papel de alertar os servidores sobre os candidatos que historicamente se posicionam contra os trabalhadores, em especial os servidores de Santos.
Reunimos neste jornal os candidatos para quem não indicamos o voto e detalharemos os motivos com base no histórico político de cada um. Sabemos que há uma parcela de servidores que acredita que o sindicato não deve se meter em política eleitoral. Outra parte enxerga o óbvio: as posições daqueles que atacam os direitos de quem trabalha devem, sim, ser expostas pelos instrumentos de luta que defendem a classe trabalhadora, inclusive os sindicatos.
Em 2018 alertamos a categoria dos riscos que representava um governo Bolsonaro. Dissemos que Bolsonaro atacaria os direitos dos servidores e de todos os trabalhadores brasileiros. Passados 4 anos, o “mito” fez o que prometeu: colocou a “granada no bolso” dos servidores (que eles chamam de “inimigo”) e ficamos sem reajuste em 2021, menos 2% dos salários (com o aumento do desconto ao IPREV), menos ganhos na aposentadoria e mais tempo de serviço para conseguir se aposentar.
Em 2026, mais uma vez o sindicato tem o dever de alertar aos servidores o risco de termos um novo mandato do clã Bolsonaro, por meio da candidatura de Flávio Bolsonaro. Ele já disse que vai retomar as discussões e a essência da reforma administrativa que foi desenhada e debatida no governo de seu pai, com retrocessos profundos nas regras do funcionalismo.
Além de toda a violência contra as minorias (que o PL já disse que “terão que se curvar à maioria”), corremos o grave risco de retroceder nas liberdades de organização sindical (fazer assembleia, reunião, ato público etc).
Os outros candidatos da direita também têm histórico de ataques à classe trabalhadora. Zema e Caiado em seus estados, como governadores, são verdadeiros TRAIDORES DO VOTO POPULAR. Renan Santos nunca foi eleito, mas é assumidamente defensor de uma agenda anti povo e fala até em acabar com a CLT.
Se quisermos derrotar a direita e todos os retrocessos democráticos que ela representa, não podemos nos iludir! Não há outro caminho a não ser nos colocarmos em movimento e aumentar a pressão popular para, inclusive, revogar as reformas da Previdência e Trabalhista, suspender o arcabouço fi scal e aumentar os investimentos em políticas públicas. Seja quem for o vencedor nas urnas, nosso caminho é e sempre será a LUTA! Veja nas próximas postagens mais motivos para NÃO votar nos candidatos que representam os interesses das classes dominantes.
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