SERVIDORES DO COMPLEXO DA ZONA NOROESTE DENUNCIAM SILÊNCIO DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE REFORMA E TEMEM TERCEIRIZAÇÃO

A indignação e a incerteza continuam tomando conta dos funcionários do Complexo Hospitalar da Zona Noroeste (CHZNO), em Santos.
Nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, um grupo de trabalhadores do equipamento, acompanhado por diretores do Sindserv Santos, foi até a sede da Secretaria de Saúde em busca de respostas sobre o remanejamento temporário da unidade para a reforma da cabine primária de energia.
Mais uma vez, o grupo não conseguiu ser ouvido e foi informado pelo gabinete que o secretário não estava no local. O impasse ocorre após uma série de tentativas frustradas de diálogo:
Reunião Ausente
Primeiro, o secretário de saúde, Fábio Lopez, não compareceu a uma reunião previamente agendada para tratar do tema no Complexo. Depois, ele foi ao local, mas falou apenas com algumas chefias. Os trabalhadores continuaram sem informações.
Ofício sem Resposta
O sindicato enviou um documento formal solicitando esclarecimentos sobre o cronograma de obras e o destino dos servidores, mas não teve retorno. O plano de transição para funcionários e pacientes permanece obscuro para a categoria.
Terceirização e Perda de Postos
A principal preocupação dos servidores é que a reforma sirva como “cortina de fumaça” para a entrega da gestão da unidade a uma Organização Social (OS). Os funcionários temem não conseguir retornar aos seus postos de origem após a conclusão das obras.
A falta de transparência da prefeitura gera insegurança não apenas para os profissionais, mas para toda a população da Zona Noroeste, que depende do atendimento 100% público da unidade. O Sindserv seguirá denunciando a política de sucateamento do serviço público municipal.
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