– Rogério Santos (PSDB), ex-secretário de governo, candidato a prefeito indicado por Paulo Alexandre;
– Banha (MDB), vereador por 5 mandatos, candidato a prefeito;
– Ademir Pestana (PSDB), vereador, candidato ao 5º mandato;
– Adilson Junior (PP), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Audrey Kleys (PP), vereadora, candidata ao 2º mandato;
– Augusto Duarte (PSDB), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Benedito Furtado (PSB), vereador, candidato ao 6º mandato;
– Boquinha (PL), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Braz Antunes (PSDB), ex-vereador, candidato ao 4º mandato;
– Bruno Orlandi (DEM), vereador, candidato ao 2ª mandato;
– Cacá Teixeira (PSDB), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Carabina (PSDB), ex-vereador, candidato ao 3º mandato;
– Dr. Catapreta (PP), suplente de vereador, candidato ao 1º mandato;
– Fabiano da Farmácia (PL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Hugo Duppre (REPUBLICANOS), vereador, candidato ao 4º Mandato;
– Lincoln Reis (PL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Manoel Constantino (PSDB), vereador, candidato ao 10º mandato;
– Pastor Roberto de Jesus (REPUBLICANOS), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Paulo Mansur (PP), empresário (sobrinho de Beto Mansur, condenado por manter trabalhadores em situação análoga à escravidão e ex-prefeito que deixou os servidores 8 anos sem reajuste), candidato a vereador;
– Rui de Rosis (PSL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Sergio Santana (PL), vereador, candidato ao 3º mandato;
– Zequinha Teixeira (PP), vereador, candidato ao 3º mandato.

Em 2013, Paulo Alexandre já chegou chegando! Queria que os servidores engolissem apenas 1,5% de reajuste. Os trabalhadores tiveram que fazer GREVE para melhorar a proposta. Em 2014, 2015 e 2016, o prefeito seguiu o seguinte roteiro: usa o sindicato-amigo-do-patrão para aprovar sua proposta rebaixada; publica no Diário Oficial que os servidores aprovaram a proposta; interrompe autoritariamente as negociações com os servidores enviando o reajuste para a Câmara; obedientemente, os vereadores votam aquilo o que o chefinho mandou, assim como em TODOS os outros projetos enviados por ele.

Em 2017, mais um deboche para cima dos funcionários públicos: a proposta não garantia nem mesmo a reposição da inflação, o que gerou a maior greve da história da categoria. Foram 42 dias de movimento.

Cacá Teixeira, então secretario de Gestão e hoje candidato a vereador, disse para os servidores que não estava ali para vender sonhos e que o reajuste era 0%.

A maior parte dos vereadores que tinha se comprometido a votar contra o insulto não honrou a palavra e acatou obedientemente o prefeito no ataque aos trabalhadores.

Os vereadores também se omitiram quando o prefeito decidiu que os servidores não repusessem os dias parados, descontando os dias parados.

Em 2018 e 2019, o roteiro foi parecido. Intransigência, enrolação e propostas abaixo do índice inflacionário (2018), ou insuficientes para cobrir as perdas salariais passadas. Isso mesmo o sindicato e os especialistas demonstrando com dados do orçamento e arrecadação que tinha dinheiro para um reajuste decente.

Em 2018, votaram a favor do reajuste insuficiente: Ademir Pestana (PSDB), Adilson Jr., Adriano Catapreta, Augusto Duarte, Banha, Benedito Furtado, Boquinha, Braz Antunes, Bruno Orlandi, Carabina, Fabiano da Farmácia, Lincoln Reis, Manoel Constantino, Pastor Roberto de Jesus, Rui de Rosis, Sergio Santana e Zequinha Teixeira.

Na Campanha Salarial de 2020, Governo e Câmara aproveitaram que os servidores dessa vez não poderiam se mobilizar e deram ZERO%. Ou seja, redução salarial por conta da inflação e do aumento de 2% no desconto previdenciário dos servidores.

NÃO VOTE NELES:

– Parte 1 (introdução);
– Parte 2 (campanhas salariais);
– Parte 3 (granada no bolso);
– Parte 4 (IPREV);
– Parte 5 (CAPEP);
– Parte 6 (aumento do desconto);
– Parte 7 (Titularidade);
– Parte 8 (ataque aos servidores doentes);
– Parte 9 (calotes);
– Parte 10 (Portarias e Decretos);
Parte 11 (incorporações);
Parte 12 (terceirizações);
Parte 13 (ver para não esquecer).

Deixe um Comentário

Você precisa fazer login para publicar um comentário.